Em todo o mundo, todos os anos, milhões de pessoas são acometidas por Doenças Transmitidas por Alimentos, também conhecidas pela sigla DTA’s.
Os alimentos transmitem doenças quando se apresentam contaminados, sendo os contaminantes biológicos, como vírus, parasitos e principalmente bactérias, os responsáveis pelos maiores surtos já identificados em diversos países do mundo.
Na maioria dos casos, as DTA’s são encaradas pelas pessoas como um mal passageiro, gerando um baixo índice de notificações em relação ao número de ocorrências existente, e dificultando muito o trabalho de identificação e prevenção das autoridades sanitárias.
De fato, os sintomas mais comuns relacionados a esse tipo de doença são dores abominais, náuseas, vômito, diarréia, dor de cabeça e febre, muitas vezes tratados em casa ou com medicação simples. No entanto, muitos quadros podem evoluir para casos mais graves, que podem levar à morte, sendo as DTA’s consideradas as maiores causas de mortalidade em países em desenvolvimento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), principalmente no caso de pessoas mais suscetíveis, como crianças, idosos, mulheres grávidas e pessoas debilitadas ou que estejam se recuperando de algum tipo de doença.
Os alimentos transmitem doenças quando se apresentam contaminados, sendo os contaminantes biológicos, como vírus, parasitos e principalmente bactérias, os responsáveis pelos maiores surtos já identificados em diversos países do mundo.
Na maioria dos casos, as DTA’s são encaradas pelas pessoas como um mal passageiro, gerando um baixo índice de notificações em relação ao número de ocorrências existente, e dificultando muito o trabalho de identificação e prevenção das autoridades sanitárias.
De fato, os sintomas mais comuns relacionados a esse tipo de doença são dores abominais, náuseas, vômito, diarréia, dor de cabeça e febre, muitas vezes tratados em casa ou com medicação simples. No entanto, muitos quadros podem evoluir para casos mais graves, que podem levar à morte, sendo as DTA’s consideradas as maiores causas de mortalidade em países em desenvolvimento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), principalmente no caso de pessoas mais suscetíveis, como crianças, idosos, mulheres grávidas e pessoas debilitadas ou que estejam se recuperando de algum tipo de doença.
A partir do estudo dos grandes surtos causados pela ingestão de alimentos contaminados, há indicações de que os principais alimentos envolvidos são de origem animal, com destaque para carne bovina, frango, ovos, carne suína, pescados, moluscos e produtos derivados do leite.
Tais alimentos fazem parte de um grupo chamado alimentos potencialmente perigosos, com os quais deve-se redobrar os cuidados, que incluem principalmente a prática de higiene pessoal eficiente, um rigoroso controle da higiene ambiental e regras para manipulação e armazenamento seguro dos alimentos, com destaque para o controle do tempo e temperatura a que os alimentos são expostos. Portanto, a maneira mais eficaz de combater as contaminações e evitar suas complicações é seguir princípios e conceitos preventivos dentro das empresas de alimentação, através da aplicação de medidas de controle que garantam a segurança dos alimentos, desde sua aquisição até a sua distribuição para o consumo.
A legislação brasileira dispõe de regulamento técnico de Boas Práticas, abrangendo todos os cuidados necessários no trato dos alimentos, cuja desobediência configura infração de natureza sanitária, sujeitando a empresa às penas previstas em lei, que variam desde notificações até multas e interdição do estabelecimento. Todos os serviços de alimentação devem cumprir uma série de determinações relacionadas a todos os aspectos, processos e serviços da empresa, desde suas instalações, aquisição, armazenamento e manipulação dos alimentos até a definição de responsabilidades, documentação e registros.








